Cláudia Cruz Almeida participa no artigo “M&A em Portugal resiste à turbulência com operações de maior dimensão”, publicado pelo Jornal de Negócios, no qual analisa a evolução do mercado português de M&A no primeiro semestre de 2026 e as perspetivas para os próximos meses.
No artigo, que reúne as perspetivas de vários advogados sobre a atividade transacional em Portugal, Cláudia Cruz Almeida assinala que “os choques macroeconómicos do início do ano — as tempestades severas e a escalada dos preços da energia — tiveram um efeito mais prolongado sobre o ritmo transacional do que inicialmente presumido, sem que o mercado tenha recuperado ao longo do semestre”.
Apesar deste contexto, destaca a resiliência dos fundamentos da economia portuguesa:
“Os fundamentais portugueses mantêm-se sólidos — dívida pública em queda, banca capitalizada e PRR a acelerar —, o que sustenta alguma confiança”.
A Sócia da VdA alerta, contudo, que “a incerteza internacional pode continuar a condicionar a atividade em mercados de escala intermédia como Portugal, nomeadamente as tensões comerciais, tarifas, geopolítica e um mercado global que favorece sobretudo os grandes operadores”.
O artigo apresenta um balanço positivo do mercado de M&A em Portugal no primeiro semestre, marcado por investidores mais seletivos e por operações mais exigentes e de maior dimensão, antecipando para os próximos meses uma evolução prudente, condicionada pela conjuntura internacional.
-
Leia o artigo completo.