Magda Cocco vem num artigo recente do Observador dedicado ao impacto da inteligência artificial na criação de humor, num contexto mais alargado de debate sobre os limites criativos e legais destas ferramentas.

No artigo, a advogada clarifica o enquadramento jurídico aplicável aos conteúdos gerados com recurso a IA sublinhando que a proteção depende da intervenção humana no processo criativo: “Quando existe intervenção humana criativa suficiente — por exemplo, seleção, organização, direção estética, edição substancial —, pode haver obra protegida, pertencente ao respetivo autor humano”

A peça reúne contributos de profissionais das áreas criativas e tecnológicas e destaca uma das questões centrais neste domínio: a distinção entre criação automatizada e criação com intervenção humana relevante, que continua a ser determinante para efeitos de direitos de autor.

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