Cláudia Cruz de Almeida, Sócia Responsável pela área de Corporate e M&A, foi citada pelo ECO numa análise às perspetivas para o mercado de M&A em Portugal em 2026, num contexto descrito como de “otimismo prudente”, sustentado pela recuperação recente do mercado transacional e por um pipeline antecipado como “particularmente ativo” no primeiro trimestre.

De acordo com Cláudia Cruz de Almeida, a “estabilidade macroeconómica, banca bem capitalizada, dívida pública em queda, elevada liquidez, preços de energia competitivos e infraestrutura digital avançada” deverão contribuir para a retoma de operações de maior dimensão, bem como para o reforço do investimento por parte de private equity.

No plano da execução das transações, a Sócia da VdA aponta ainda para um encurtamento do diferencial entre as expectativas de preço dos vendedores e as avaliações de mercado, antecipando, contudo, que continue a haver necessidade de estruturar operações que mitiguem diferenças remanescentes, nomeadamente através de earn-outs e vendas faseadas.

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